AMAZING GRACE
PRELUTE TO “TE DEUM”
SUITE AQUÁTICA (HORNPIPE)
SONATA BANKELSANGERLIEDER
ODE TO JOY
WILLIAM TELL
GRAND MARCH FROM AIDA
LARGO AND FINALE FROM THE NEW WOLRD SYMPHONY
CARMEN FANTASIA
EL GATO MONTES
SATIN DOLL
TEMAS NORDESTINOS
JIVE FOR FIVE
QUI NEM JILÓ
Fundado em 2016, em Poços de Caldas, o Quinteto de Metais e Percussão Jive for Five nasceu da união de talentosos instrumentistas com o propósito de enriquecer sua expressão artística e explorar o vasto repertório concebido para essa formação. Atualmente, o grupo é composto por professores de prestígio, reconhecidos tanto nacional quanto internacionalmente por suas contribuições à música.
Distinguindo-se pela versatilidade e excelência técnica, o quinteto transita com maestria por uma ampla diversidade de estilos, que vão da música barroca e clássica ao jazz, pop, música contemporânea e brasileira. Seu repertório inclui desde arranjos de grandes obras orquestrais e transcrições de outras formações – como quartetos de cordas e corais – até composições originais para quinteto, contemplando música de câmara e temas populares.
Em poucos anos, o Jive for Five consolidou-se como uma referência no cenário musical, graças ao seu compromisso em divulgar e valorizar a música de concerto. Essa dedicação posiciona o grupo como um projeto singular na região, atraindo um público exigente e apreciador da qualidade artística.
Sua versatilidade permite dialogar tanto com os amantes da música clássica quanto com aqueles que apreciam gêneros populares, tornando cada apresentação uma experiência única e envolvente. Esse dinamismo já levou o quinteto a renomados palcos em diversas cidades do Brasil, incluindo Poços de Caldas, Andradas e Caxambu (MG), São Paulo (SP), Lages (SC) e Bagé (RS), além de apresentações internacionais no Uruguai.
Com um compromisso inabalável com a excelência musical, o Quinteto de Metais e Percussão Jive for Five continua a expandir suas fronteiras, encantando plateias e enriquecendo o panorama musical com sua arte refinada e inovadora.
Juliano Marques Barreto é graduado em Música – Licenciatura com Habilitação em Trompete pela Universidade Vale do Rio Verde, em Três Corações (MG). Possui pós-graduação em Regência Orquestral pelo Instituto Alpha e especialização em Difusão Cultural em Trompete pela USP-SP. Também cursou, parcialmente, a Pós-Graduação em Docência no Ensino Superior pela UNIP-SP e o Conservatório de Tatuí-SP.
Ao longo de sua trajetória, integrou diversas orquestras, como a Orquestra Versatilis Filarmônica Mineira (atual), a Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas-MG (onde atuou como trompete solo e chefe de naipe), a Orquestra Sinfônica de Americana-SP, a Orquestra Sinfônica de Pouso Alegre-MG, a Jazz Sinfônica de São José do Rio Pardo-SP e a Orquestra Viola de Todos os Cantos (EPTV-GLOBO), entre outras.
No âmbito acadêmico, destacou-se como professor em eventos como o Festival de Inverno Café com Música de Cristina-MG (2009 e 2010), além de ministrar masterclasses no FIMP – Festival Internacional Música no Pampa, em Bagé-RS (2011 e 2015), no Festival Internacional Música na Serra, em Lages-SC (2015) e na Semana da Música do Conservatório de Tatuí, em São José do Rio Pardo (2014 e 2015).
Como solista, apresentou-se em diversas ocasiões, interpretando obras de renomados compositores, incluindo Amaral Vieira, Georg Friedrich Haendel, Henry Purcell, Marc-Antoine Charpentier, Dmitri Shostakovich, Johann Sebastian Bach e Alexander Arutunian. Destacam-se suas performances no Festival Música nas Montanhas e no Festival Internacional Música no Pampa, onde dividiu o palco com o pianista sérvio Guigla Katsarava (École Normale de Musique de Paris).
Atualmente, Juliano Marques Barreto é Coordenador do Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo (SP) e da Área de Sopros Metais de Tatuí (SP). Também atua como professor de trompete no Conservatório Musical de Poços de Caldas (MG) desde 2008 e no Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo desde 2006. Além disso, é professor adjunto de trompete e maestro da Banda Sinfônica do Festival Música nas Montanhas, onde também exerce a função de diretor artístico da Banda Sinfônica de Poços de Caldas – Conservatório de Música
Natural de Poços de Caldas (MG), Gabriel Angeli é licenciado em Música pela Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR/Três Corações-MG) e pós-graduado em Educação Musical pela Faculdade Única de Ipatinga. Iniciou seus estudos musicais em 1998, na Banda Infanto-Juvenil de Poços de Caldas, sob a orientação do maestro Miguel de Brito.
Em 2006, ingressou no Conservatório de Tatuí – Polo Avançado de São José do Rio Pardo, onde estudou trompete com o professor Juliano M. Barreto, formando-se em 2013. No mesmo ano, iniciou o Curso de Difusão Cultural na Escola de Comunicação e Artes da USP-SP, sob a orientação do Prof. Dr. Sérgio Cascapera, onde permaneceu até 2016.
Participou de diversos festivais de música no Brasil, como o Projeto Pró Bandas, o Festival Música nas Montanhas, o Curso de Férias do Conservatório de Tatuí, o Festival Internacional Música nos Pampas e o Festival Internacional Música na Serra. Nessas ocasiões, teve a oportunidade de estudar com professores renomados, como João José Xavier da Silva, Carlos Sulpicio, Fernando Dissenha, Marcelo Mattos, Mark Clodfelter e Jason Bergman.
Como músico, atuou em importantes formações, incluindo a Banda Maestro Azevedo, a Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas, a Orquestra Sinfônica de Pouso Alegre, a Banda Filarmônica Cardeal Leme, a Orquestra Comunitária da UNICAMP e a Orquestra e Banda Jovem do Conservatório de Tatuí. Além disso, foi solista em diversos festivais e semifinalista do programa Prelúdio da TV Cultura em 2015.
Atualmente, é Coordenador da Divisão do Conservatório Municipal Antônio Ferrucio Viviani de Poços de Caldas (MG), trompetista da Banda Sinfônica do Conservatório Municipal de Poços de Caldas e da Banda Filarmônica do Vale do Sapucaí (Pouso Alegre), além de professor na Oficina EnCantos de Minas, promovida pelo Instituto Cultural Vale do Sapucaí.
Nelson de Faria é formado pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí-SP.
Como músico, integrou a Orquestra do Teatro São Pedro, em São Paulo, e atuou como convidado em diversas orquestras renomadas, incluindo a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), a Orquestra Sinfônica da Bahia, a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (OSUSP), a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo e a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.
Recebeu uma bolsa de estudos para aperfeiçoamento na La Sierra University, nos Estados Unidos, sob a orientação do professor Andrew Bain, primeira trompa da Los Angeles Philharmonic. Além disso, participou de prestigiados festivais nacionais e internacionais, como o Festival Internacional de Campos do Jordão, o Festival Música nas Montanhas, o Festival Internacional de Brasília e o Curso de Férias em Tatuí.
Aperfeiçoou-se em masterclasses com grandes nomes da trompa mundial, incluindo Stefan Dohr, Will Sanders, Radek Baborak, Radovan Vlatković e Sarah Willis.
Atualmente, Nelson Faria é professor no Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo e trompista da Orquestra Sinfônica de Sorocaba.
Rafael Amaral é formado em trombone erudito pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí-SP, e aperfeiçoou-se com o professor Diego do Amaral na Escola de Música Heitor Villa-Lobos.
Atuou com importantes orquestras e bandas sinfônicas, incluindo a Orquestra Acadêmica Mozarteum Brasileiro e a Orquestra Sinfônica de Americana-SP. Também integrou bandas de concerto renomadas, como a Banda Henrique Marques de Limeira (SP) e a Banda União dos Artistas Ferroviários de Rio Claro (SP).
Atualmente, é trombonista da Banda Sinfônica de Poços de Caldas (MG), integrante do quinteto de metais Jive for Five, professor e coordenador da Escola Livre de Música de Ipeúna (SP) e maestro da Banda Musical Municipal de Ipeúna (SP).
Marcos Pacheco é bacharel em Música pela Faculdade Mozarteum de São Paulo e pós-graduado em Música Latino-Americana pela Universidade de Cuyo, na Argentina.
Possui ampla experiência orquestral, tendo atuado com importantes formações, como a USP Filarmônica, a Filarmônica Bachiana SESI, a Orquestra Sinfônica de São José dos Campos (SP), a Filarmônica de São Caetano do Sul (SP), a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP), a Orquestra do Teatro Municipal de São Paulo, a Orquestra Sinfônica de San Juan (Argentina), a Filarmônica de Jalisco (México) e a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo.
Como professor, ministrou aulas em diversos festivais, incluindo o Festival Música das Américas (Belém-PA), o Festival de Inverno de Boituva (SP), o Festival de Bronces (San Juan, Argentina), o Festival de Inverno de Bagé (RS) e o Festival de Inverno de Lages (SC).
Atualmente, é trombonista baixo da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (SP), integrante do quinteto de metais Jive for Five, regente da Banda Alfeu Gasparini Juvenil, cofundador do projeto Master Bandas e artista da Michael Rath Trombones (Reino Unido). Além disso, é professor do Conservatório de Tatuí.
Natural de Jacutinga (MG), Tom Zé Bortoloto iniciou seus estudos musicais aos 16 anos, com o professor Luiz Carlos Morgili. É bacharel em Música com habilitação em Bateria pela Faculdade de Música Carlos Gomes, em São Paulo, onde estudou sob a orientação do professor Ronaldo Palleze. Também possui licenciatura em Música pela Universidade Vale do Rio Verde (Três Corações-MG) e pós-graduações em Docência no Ensino Superior (Unig), Arte em Educação (Finon), Educação Musical (Ucam) e Educação Musical e Ensino de Artes (Faculdade Única).
Participou de diversos festivais de música, incluindo o Festival de Inverno de Tatuí (1998 e 1999), onde teve aulas com Luiz Marcos Caldana, Carlos Tarcha, Rui Carvalho e Javier Calvino, além do Festival Ritmos da Terra, com Guello.
Durante seis anos, foi chefe do naipe de percussão da Banda Filarmônica Cardeal Leme de Espírito Santo do Pinhal (SP), com a qual conquistou diversos títulos estaduais e nacionais. Também atuou na Banda Sinfônica da Unicamp (Unibanda) sob a orientação dos professores Carlos Lima, Glória Pereira da Cunha e Fernando Hashimoto.
Na área acadêmica, lecionou bateria no curso técnico do Conservatório Estadual de Pouso Alegre (MG) por quatro anos e foi professor da Universidade Vale do Rio Verde (Unincor) por seis anos. Também atuou na Rede Claretiano de Educação como tutor online e elaborador do material didático da disciplina Percussão como Instrumento Musicalizador.
Com ampla formação e experiência na área da percussão, atualmente reside em Poços de Caldas (MG), onde é professor de bateria do Conservatório Musical Municipal.
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